Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, durante 5 anos.
Todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu.
Mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.
Um escritor americano escreveu:
"Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês": você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento,e, ás vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.
Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e, com ele, virão crescimento e mudanças que você jamais esperava...
O bambu chinês nos ensina que nâo devemos facilmente desistir de nossos projetos,de nossos sonhos...
Especialmente no nosso trabalho, (que é sempre um grande projeto em nossas vidas).
É que devemos lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Tenha sempre dois hábitos:
Persistência e Paciência, pois você merece alcançar todos os sonhos!!!
É preciso muita fibra para chegar ás alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.
Neste ano que se inicia vamos agir como o Bambu Chinês para alcançarmos todas as nossaS metas e projetos que tanto desejamos que aconteçam.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
A OSTRA
Você sabia que uma ostra que não foi ferida não produz pérolas?
As pérolas são uma ferida curada.
Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha, indesejável no interior da ostra,como um parasita ou um grão de areia.
A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas idéias já foram rejeitadas?
Então produza uma pérola... cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor.
Lembre-se apenas de que uma ostra que não foi ferida, não produz pérolas, pois uma pérola é uma ferida cicatrizada.
As pérolas são uma ferida curada.
Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha, indesejável no interior da ostra,como um parasita ou um grão de areia.
A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas idéias já foram rejeitadas?
Então produza uma pérola... cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor.
Lembre-se apenas de que uma ostra que não foi ferida, não produz pérolas, pois uma pérola é uma ferida cicatrizada.
sábado, 17 de janeiro de 2009
RECOLHIMENTO INTERIOR
QUANDO o silêncio invade todas as coisas e a quietude faz crescer a grandeza do firmamento, eu me recolho no mais recôndito do meu "eu". Passo em revista os meus atos e os meus sentimentos. Sinto que em mim existem mananciais inesgotáveis que deveriam ser aproveitados em benefício de todos os deserdados da sorte.
----Ainda não sei, porém, aproveitar esses mananciais. . . Somente a lição das vidas sucessivas me ensinará a ser realmente útil aos meus irmãos!
Nota: Página extraída do livro "VOZ INTERIOR" de Dr. Wilson Ferreira de Mello, Pg.34.-Edições FEESP/São Paulo/1982 - 2ª Edição.
----Ainda não sei, porém, aproveitar esses mananciais. . . Somente a lição das vidas sucessivas me ensinará a ser realmente útil aos meus irmãos!
Nota: Página extraída do livro "VOZ INTERIOR" de Dr. Wilson Ferreira de Mello, Pg.34.-Edições FEESP/São Paulo/1982 - 2ª Edição.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A FÉ ESPÍRITA
. . .(continuação)
Assim como a felicidade, a verdade e a liberdade são obtidas por meio de conquista de cada um de nós, nenhuma alma obtém salvação sem conquistar a laboriosa, mas bela, escalada da SABEDORIA e do AMOR.
Para assegurar a grandeza do propósito da DOUTRINA ESPÍRITA na sua expansão universal, KARDEC fez impressa no EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, a frase magnífica que identifica o Espiritismo como o PARÁCLITO, O ESPÍRITO DA VERDADE, O CONSOLADOR mencionado por Jesus,
". . .NÃO HÁ FÉ INABALÁVEL SENÃO AQUELA QUE PODE ENCARAR A RAZÃO FACE A FACE, EM TODAS AS ÉPOCAS DA HUMANIDADE".
Assim como a felicidade, a verdade e a liberdade são obtidas por meio de conquista de cada um de nós, nenhuma alma obtém salvação sem conquistar a laboriosa, mas bela, escalada da SABEDORIA e do AMOR.
Para assegurar a grandeza do propósito da DOUTRINA ESPÍRITA na sua expansão universal, KARDEC fez impressa no EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, a frase magnífica que identifica o Espiritismo como o PARÁCLITO, O ESPÍRITO DA VERDADE, O CONSOLADOR mencionado por Jesus,
". . .NÃO HÁ FÉ INABALÁVEL SENÃO AQUELA QUE PODE ENCARAR A RAZÃO FACE A FACE, EM TODAS AS ÉPOCAS DA HUMANIDADE".
domingo, 28 de dezembro de 2008
A FÉ ESPÍRITA
. . .(continuação)
Fé é crença, ter fé é crer em alguma coisa, crer em algo é saber sobre essa coisa, é ter conhecimento ou sabedoria sobre ela. No caso dos dizeres de Jesus, Ele se referiu ao que os Discípulos já tinham aprendido e portanto conheciam, tinham sabedoria sobre a existência de espíritos perturbadores e também sobre a mediunidade deles para tais eventualidades.
Pois bem! ter fé ou crer é, em primeiro lugar, ter sabedoria sobre o que se quer evidenciar ou reverenciar. E ter sabedoria, é estudar sobre o que se quer crer, é pesquisar e buscar razão lógica sobre a existência desse ser no caso de Deus, dos Espíritos, do mundo espiritual, da vida após a morte do corpo, da pluralidade das reencarnações, em fim de tudo o que precisamos saber para construirmos a nossa liberdade e com ela a nossa felicidade.
(continua). . .
Fé é crença, ter fé é crer em alguma coisa, crer em algo é saber sobre essa coisa, é ter conhecimento ou sabedoria sobre ela. No caso dos dizeres de Jesus, Ele se referiu ao que os Discípulos já tinham aprendido e portanto conheciam, tinham sabedoria sobre a existência de espíritos perturbadores e também sobre a mediunidade deles para tais eventualidades.
Pois bem! ter fé ou crer é, em primeiro lugar, ter sabedoria sobre o que se quer evidenciar ou reverenciar. E ter sabedoria, é estudar sobre o que se quer crer, é pesquisar e buscar razão lógica sobre a existência desse ser no caso de Deus, dos Espíritos, do mundo espiritual, da vida após a morte do corpo, da pluralidade das reencarnações, em fim de tudo o que precisamos saber para construirmos a nossa liberdade e com ela a nossa felicidade.
(continua). . .
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
. . .(continuação)
Como vimos, essa fé ainda é aquela primitiva obtida pela inserção de imaginações que forçam o fiel a exercê-la por medo de misteriosas represálias de que nem se sabe ao certo, de não ser ouvido nas orações, de ser perseguido pelo demônio ou pelo risco de não ser salvo no juízo final, talvez.
No Evangelho, São Mateus, Cap.XVII, vs. de 14 a 20, é relatada a passagem na qual os apóstolos não teriam conseguido afastar o demônio (espírito obsessor) de um menino, que depois apresentado a Jesus, teria dito aos apóstolos. . . Oh! raça incrédula e depravada, até quando estarei convosco? . . . bem, a frase na forma que está expressa no Evangelho, entendemos não tenha sido dita ou se o foi, não teria essa rispidez dado o grande amor que Jesus tinha pelos seus Discípulos, contudo, voltando à fé deparamos aí expressa uma razão obvia e necessária para se esclarecer o que é se ter Fé.
(continua). . .
Como vimos, essa fé ainda é aquela primitiva obtida pela inserção de imaginações que forçam o fiel a exercê-la por medo de misteriosas represálias de que nem se sabe ao certo, de não ser ouvido nas orações, de ser perseguido pelo demônio ou pelo risco de não ser salvo no juízo final, talvez.
No Evangelho, São Mateus, Cap.XVII, vs. de 14 a 20, é relatada a passagem na qual os apóstolos não teriam conseguido afastar o demônio (espírito obsessor) de um menino, que depois apresentado a Jesus, teria dito aos apóstolos. . . Oh! raça incrédula e depravada, até quando estarei convosco? . . . bem, a frase na forma que está expressa no Evangelho, entendemos não tenha sido dita ou se o foi, não teria essa rispidez dado o grande amor que Jesus tinha pelos seus Discípulos, contudo, voltando à fé deparamos aí expressa uma razão obvia e necessária para se esclarecer o que é se ter Fé.
(continua). . .
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Quinta Feira, 11 de Dezembro de 2008
A "FÉ" é um atributo inerente aos seguidores das religiões. Tem outros significados que indicam certeza, assim como a do escrivão que no final de uma escritura pontifica. . . . este relato é verdade e dou fé. . . . contudo aqui vamos nos referir à "FÉ" religiosa que nos parece deturpada ou fora de coerência com o propósito divino.
As pregações religiosas exortam a fé como o principal lenitivo capaz de aliviar o sofrimento, o instrumento para obtenção da cura ou o recurso seguro para ser ouvido por Deus, porém não procuram explicar de que maneira a fé deve ser cultivada ou expressa pelo religioso.
(continua). . .
A "FÉ" é um atributo inerente aos seguidores das religiões. Tem outros significados que indicam certeza, assim como a do escrivão que no final de uma escritura pontifica. . . . este relato é verdade e dou fé. . . . contudo aqui vamos nos referir à "FÉ" religiosa que nos parece deturpada ou fora de coerência com o propósito divino.
As pregações religiosas exortam a fé como o principal lenitivo capaz de aliviar o sofrimento, o instrumento para obtenção da cura ou o recurso seguro para ser ouvido por Deus, porém não procuram explicar de que maneira a fé deve ser cultivada ou expressa pelo religioso.
(continua). . .
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